Acredite se quiser, o Hawaii, ou Havaí em português, é um dos 50 estados dos Estados Unidos. Ele se encontra em um arquipélago no Oceano Pacífico, e é considerado o estado norte-americano mais isolado em relação ao restante do país – tanto que sua capital, a cidade de Honolulu, fica a mais de 3.100 quilômetros de distância de qualquer outra local nos EUA.

O Hawaii é uma exceção atrás da outra. Além de ser o mais distante, também é o único estado que não está localizado geograficamente na América do Norte, o único que é 100% rodeado por água e também o único que é composto totalmente por um arquipélago. Você já ouviu falar da Polinésia? Pois bem, ela é formada, justamente, pela junção do Hawaii com as ilhas Tonga, o Taiti, as Ilhas Cook, Samoa, a Polinésia Francesa e a Ilha de Páscoa, além de outras 1000 ilhas pequenas.

Um dado curioso é que o Hawaii foi o único estado norte-americano a ter a monarquia como forma de governo. Parece contraditório, mas faz sentido quando você olha para a história da região. Até 1810, a área era povoada por uma série de povos polinésios, cada um com seu próprio chefe local. A partir dessa data, Kamahameha I centralizou o governo da região e instaurou uma monarquia.

Alguns anos depois, em 1894, o arquipélago tornou-se independente, apenas para ser invadido pelos norte-americanos quatro anos mais tarde e tornar-se parte do território dos Estados Unidos oficialmente em 1900. Desde então, a imigração européia e de outras partes do mundo, principalmente da Ásia, deu à população do Hawaii um aspecto multicultural único.

Aliás, você já deve ter ouvido falar do Hawaii nos livros de história. Por conta de sua localização estratégica, o arquipélago virou alvo dos japoneses durante a Segunda Guerra Mundial, atacando a base naval de Pearl Harbor em 7 de dezembro de 1941. Foi por esse motivo que os Estados Unidos decidiram entrar na Guerra – o que foi definitivo para a vitória dos Aliados.

Por conta do seu valor histórico, o Hawaii se tornou um destino popular dos turistas. Mas esse não é o único motivo. Por abrigar, em um espaço territorial tão pequeno, uma diversidade gigante de paisagens, o arquipélago impressiona com suas praias, montanhas, vulcões, florestas tropicais e cenários que, mais de uma vez, você já viu nas telas do cinema. A cultura local também atiça a curiosidade dos turistas, já que mistura elementos norte-americanos, com os do leste asiático, além da cultura havaiana indígena.

Falando em turismo, dá para imaginar que essa é a principal base da economia havaiana, certo? Em torno de 72% da economia da região é centrada no turismo. De resto, o cultivo de produtos tropicais, como açúcar, macadamia, abacaxi, cacau, tabaco e café, contribuem para o seu crescimento econômico. E tem mais: apesar do pequeno território, por lá também podemos encontrar uma série de indústrias, a maioria da segmento alimentício. Os produtos tropicais cultivados por lá (como o café, a cana e o mel) acabam se tornando também produtos de exportação.

Hawaiʻi (The Big Island) : A Ilha Hawaii é a maior de todas, além de ser a maior dos Estados Unidos em área. Para não gerar confusão com o nome do próprio estado, a Ilha Hawaii também é conhecida pelo nome em inglês Big Island (Ilha Grande), e é a personificação de tudo o que a região tem a oferecer.

Com uma beleza deslumbrante, a ilha tem a capacidade de continuar expandindo por conta do fluxo constante de lava vindo do Monte Kilauea, um dos vulcões mais ativos do mundo. Além disso, conta com o maior telescópio do mundo e a maior montanha do mundo, quando considerada a partir de sua origem, no fundo do oceano.  

Por lá, há muito para se fazer: aproveitar as suas praias diferentes como de areia verde e preta e conhecer as cachoeiras e florestas tropicais. Big Island é uma aventura por si só: uma hora você está nadando na água quente do mar, na outra, andando na neve no topo mais alto da ilha nos meses de inverno.

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Māui (The Valley Isle): Logo após Big Island, Maui é a segunda maior e mais popular ilha turística do estado. O apelido da ilha é “Ilha do Vale”, uma referência às muitas montanhas e vales com paisagens incríveis que você encontra no lugar.

Maui não é sozinha. Fazem parte do seu condado as ilhas Molokai, Lanai e Kahoolawe. É o destino perfeito para quem busca variedade: tanto quando se fala em opções de atividades na cidade, quanto aos amantes de refúgios naturais. Falando em refúgio, Maui é para os românticos, assim como turistas e aventureiros que gostam de sair da rotina e aproveitar uma viagem ao máximo.

Se você curte de esportes aquáticos, como o surfe e o mergulho, vai achar a Ilha perfeita. O mesmo vale para quem gosta de aventuras, como visitar vulcões e ver baleias jubarte, além de aproveitar as praias, visitar fazendas e, claro, fazer compras. 

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Oʻahu (The Gathering Place): Se o seu sonho é conhecer a capital havaiana, Honolulu é para Oahu que você deve ir. A mais desenvolvida e urbana das ilhas do arquipélago, fica em terceiro lugar em tamanho, mas é a mais queridinhas dos turistas, inclusive sendo conhecida como “O Ponto de Encontro”.

Por ser uma das mais populosas do estado, é a personificação da diversidade cultural. Por aqui, você encontra o urbano e o rural coexistindo lado a lado, oferecendo o melhor dos dois mundos tanto para quem visita quanto para quem mora por lá.

É aqui que fica localizada a base naval de Pearl Harbor, e, junto dela, tantos outros locais históricos e paisagens que foram cenário para séries e filmes mundialmente famosos. Museus, shows, templos, praias e florestas tropicais são algumas das opções de passeio que marcam quem decide passar alguns dias em Oahu.

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Kauaʻi (The Garden Isle): A mais velha e mais distante do continente americano, Kauai é chamada também de “Ilha Jardim” por conta da sua vegetação e beleza natural. É considerada também a mais verde e selvagem do estado e é o destino ideal para quem gosta de ficar próximo à natureza. Aproveitar suas maravilhas naturais, aliás, é a principal atividade da ilha, que foi cenário de um dos filmes mais conhecidos da história: Parque dos Dinossauros (1994). A cachoeira que você vê na abertura do longa está localizada ali, sabia?

Por ser pequena, mas repleta de belezas e atividades diferentes, é o tipo de lugar que oferece aconchego e desafios ao mesmo tempo, por isso, é possível voltar de novo e de novo para conhecê-la.  

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Molokaʻi (The Friendly Isle): Quinta maior ilha havaiana, a ilha de Molokai, ou “A Ilha Amigável”, faz parte do município de Maui e se desenvolveu a partir de dois vulcões. É um espaço que trabalha bastante a agricultura e a pecuária, com uma economia baseada na criação de gado e no cultivo de abacaxi e cana de açúcar. Ali, você encontra não só algumas das mais altas falésias do mundo e algumas das praias mais bonitas e tranquilas que você já viu.

Ah, os amantes da cultura havaiana vão gostar de saber que, segundo a crença local, foi em Molokai que a dança hula nasceu. Não à toa, é ali que acontece um festival anual focado na dança, chamado Molokai Ka Hula Piko.

Ao contrário das outras ilhas, Molokai não é um lugar para quem busca uma vida noturna agitada ou espaços cosmopolitas. Pelo contrário. Aqui, a vista é de um Hawaii antigo, com pequenos vilarejos, ilhas pacíficas e paisagens muito inspiradoras. Ou seja é o local perfeito para quem busca tranquilidade em um paraíso natural.

Lānaʻi (The Pineapple Isle): Também pertencente ao município de Maui, esta é a sexta maior ilha havaiana, mas também a menor em termos de habitação e acessibilidade do arquipélago, já foi apelidada de “Ilha do Abacaxi” pois ela costumava ser famosa pelos seus campos de abacaxi, antigamente.

Acredite se quiser, mas quase 100% dela foi comprada pelo empresário Larry Ellison, fundador da Oracle Corporation, com a idéia de transformar a ilha na “primeira comunidade economicamente viável e 100% verde”. Até mesmo por isso, Lanai é pouco desenvolvida, mas é possível encontrar hotéis de luxo que contrastam com as comunidades simples e com a beleza natural, praticamente intocada da ilha. Um lugar perfeito para quem busca relaxar bem longe do agito das cidades, com direito a uma vista de tirar o fôlego de qualquer um. 

Niʻihau (The Forbidden Isle): Sim, acredite, o arquipélago havaiano tem ilhas que estão fechadas para os turistas. Conhecida como “a ilha proibida, Niihau é uma delas. Sétima maior ilha do estado é a única que consiste em uma propriedade totalmente privada – os seus donos são descendentes de Elizabeth Sinclair, que comprou a terra em 1864 – e abriga menos de 200 pessoas.

Praticamente sem acesso ao mundo exterior, os habitantes da ilha são todos nativos havaianos que falam um dialeto distinto e vivem de agricultura, pesca e fazer Lei Niihau Kahelelani (colar da unica concha considerada joia no mundo.) O mais próximo que você poderá chegar da ilha é fazendo passeios de snorkel saindo de Kauai e indo em direção à costa de Niihau.

Kahoʻolawe (The Target Isle): Se a ilha anterior é pequena e com poucos habitantes, Kahoolawe é menor ainda e, mais do que isso, completamente desabitada. Fechada para turismo, conhecida como “A Ilha Alvo”, ela já foi usada como um campo de treinamento para as Forças Armadas dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Após anos e anos de protesto, toda atividade militar que acontecia ali cessou e a jurisdição da ilha passou completamente para o estado do Hawaii em 1994. Desde então, ela foi considerada uma reserva, e o Hawaii tem como objetivo preservar, supervisionar e restaurar a ilha e as águas ao seu redor. É por isso que, hoje, a região só pode ser usada para fins culturais, espirituais e de subsistência dos nativos havaianos, como pescaria. Qualquer uso além desses é absolutamente proibido.

VISÃO GERAL:

 Eu acho que todo mundo em alguma fase da vida já pensou, ou já sonhou em surfar as ondas do Hawaii ou dançar hula-hula em algum luau havaiano.

Algumas coisas despertaram ainda mais a imaginação: a vontade das pessoas de saber como é o Hawaii e a vida nesse lugar mágico, filmes da Disney que se passam por lá, filmes de Hollywood, desenhos animados e até mesmo o Tchan no Hawaii! (Quem nunca dançou que atire a primeira pedra!)

Todas essas imagens, alguns estereótipos, fazem nossa imaginação viajar de como é a vida no Hawaii. Além disso, muita gente (e eu me incluo nisso uns anos atrás) não sabem que, na verdade, o Hawaii é formado por 8 ilhas, fica perto do Japão, e não é um país, mas o 50° estado dos EUA.

Acho que depois dessa introdução já deu para perceber que Hawaii era um dos nossos sonhos né? Antes de ir, estávamos muito ansiosos, assistindo alguns filmes, viciados na série Hawaii 5-0 (não percam, é demais), lendo e vendo fotos dos lugares, imaginando tudo o que estava nos esperando.

O que chama muita atenção é a conexão que eles têm com a natureza, a maneira como eles tratam a natureza, e como eles respeitam tudo o que o planeta trouxe de mais bonito para eles. Além disso, o espírito do ALOHA é muito contagiante.

Cada ilha que nós conhecemos do Hawaii teve sua particularidade, por isso chegamos à conclusão que para conhecer o Hawaii, não adianta apenas conhecer uma das ilhas (normalmente Oahu é a ilha que as pessoas mais vão).

Para você conseguir entender o que é o Hawaii, o sentimento que tivemos lá, e como esse lugar é mágico, eu aconselho você continuar lendo o post, e tirar as suas próprias conclusões. Sinceramente, eu duvido você terminar de ler e não ficar morrendo de vontade de visitar esse lugar incrível.

ÍNDICE:

  • INFORMAÇÕES GERAIS
  • CURIOSIDADES
  • IDIOMA
  • DOCUMENTAÇÃO
  • QUANDO IR
  • COMO CHEGAR
  • COMO SE LOCOMOVER NAS ILHAS
  • QUANTO TEMPO FICAR
  • QUAL ILHA VISITAR
  • ONDE SE HOSPEDAR
  • O QUE FAZER NO HAWAII
  • COMPRAS
  • O QUE COMPRAR NO HAWAII
  • GASTRONOMIA
  • COMIDAS E BEBIDAS PARA EXPERIMENTAR NO HAWAII
  • NOSSO ROTEIRO NO HAWAII
  • DICAS GERAIS
  • NOSSA PLAYLIST DO HAWAII
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS

CURIOSIDADES :

  • O Hawaii não para de crescer. Como todas as suas ilhas são formadas por vulcões, a cada nova erupção, o seu território aumenta. Em Big Island, por exemplo, é possível ver formações vulcânicas por todos os lados.
  • Sacolas plásticas? Não no Hawaii, o primeiro estado norte-americano a proibir o seu uso. Como não é biodegradável, o tipo de plástico usado nas tradicionais sacolinhas eram os principais responsáveis pela formação de ilhas de plástico nos oceanos. Fora que prejudicam – e muito -, a vida marinha.
  • O maior labirinto permanente do mundo fica no Hawaii, sabia? Localizado em Oahu, fica na área de plantação de abacaxis da Dole Plantation. São 14 mil plantas cuidadosamente colocadas, desenhando um grande abacaxi que também é um labirinto que atrai turistas do mundo inteiro!
  • Nem todo mundo que nasce no Hawaii é havaiano. Só recebe o título aqueles que têm ancestrais que também nasceram no arquipélago. Caso contrário, são chamados apenas de “locais”.
  • O Hawaii é um estado que prefere ficar longe das cobras. Ou melhor, que prefere manter as cobras longe! Por conta da sua rica fauna, as autoridades locais acreditam que a presença de cobras e serpentes poderiam causar um estrago enorme no ecossistema local, que não conta com predadores naturais. Por isso, ter ou trazer cobras para dentro do Hawaii pode ocasionar multas caríssimas e até três anos de prisão.
  • O Hawaii não é feito só de belas paisagens, mas também de personalidades notáveis. Algumas delas incluem o ex-presidente Barack Obama, o músico e surfista Jack Johnson, as atrizes Nicole Kidman, Lauren Graham e Kelly Preston, o ator Jason Mamoa  e o cantor Bruno Mars.
  • O Mauna Kea, nome que pode ser traduzido como “Montanha Branca” na língua nativa do Hawaii, poderia ser considerada a maior montanha do mundo, sendo mais alta até que o Monte Everest, se a sua altura fosse considerada desde a base, que fica no fundo do Oceano Pacífico.
  • Se você achava que o Japão ficava longe, vai ficar surpreso ao saber que, na verdade, o Hawaii consiste no centro populacional mais isolado do planeta! São mais de 3.800 km de distância dos EUA e mais de 6.400 km de distância do próprio Japão.
  • No Hawaii existe uma escola havaiana exclusiva para pessoas que tenham pelo menos 50% do sangue havaiano. Ela é uma das melhores escolas dos Estados Unidos, é paga pelo governo, e o processo para ser aceito é bem rígido. Essa escola foi criada por uma princesa havaiana há muitos anos, quando viu que o seu povo estava sendo disseminado, e precisava achar uma maneira de manter essa cultura viva.
  • No Hawaii você vai encontrar muitas pessoas morando em carros. O mais curioso é que você vê eles nos carros com telas gigantes de computadores MAC. Vários deles são ex-militares de guerra que não conseguiram se readaptar à vida normal, e decidiram tirar um tempo sabático no Hawaii.
  • Muitos animais que hoje vivem no Hawaii não são originários do lugar. A maioria foi trazida por imigrantes de vários países do mundo. Os poucos animais que são naturais do Hawaii são os pássaros.
  • Assim como o gavião é a ave oficial dos Estados Unidos, o Hawaii também tem uma ave que o representa: o ganso havaiano, também chamado de Nēnē. Típico da região, ele é encontrado exclusivamente em estado selvagem (ou seja, solto na natureza) nas ilhas de Maui, Kauai e Big Island.
  • Para quem gosta de Dragon Ball, o principal poder de Goku, um dos protagonistas do desenho, se chama Kamehameha. Esse era o nome de um dos maiores reis havaianos, um guerreiro nato, que foi responsável por muitas conquistas nas ilhas.
  • Você vai pagar mais… por tudo. Pois é, como o estado fica geograficamente longe de qualquer lugar, praticamente tudo o que você encontra por lá que não é produzido localmente é importado. O que significa que, por conta da distância, esse transporte sai mais caro e o preço final, também.
  • A Ilha Grande é repleta de história e uma das mais famosas data do ano 1779: foi ali que o capitão e explorador britânico James Cook morreu durante uma luta com o povo nativo. O combate aconteceu na baía de Kealakekua (que também leva o apelido de Capitão Cook) e é, hoje em dia, um grande destino turístico para snorkeling e mergulho.
  • Lembra que falamos sobre o Hawaii ser cenário do filme Jurassic Park? Então, o que dá essa vibe para o arquipélago são as samambaias de árvore Hāpuʻu. Bastante místicas, elas têm tanto uso medicinal como é parte de um provérbio havaiano que fala de fome e morte.

Mais uma curiosidade: quando estávamos lá, vimos diversas bandeiras havaianas viradas de cabeça para baixo. Uma das explicações é que, quando o estado está em guerra, os locais viram a flâmula ao contrário e a colocam em diversos lugares.

Além das bandeiras na porta das casas, vimos também diversas caminhonetes com bandeiras usadas dessa maneira na caçamba. E, de acordo com os moradores locais, esse não é um comportamento comum, já que isso só acontece em momentos como estes. No caso da nossa visita, era a luta do povo havaiano contra o governo norte-americano para proteger o vulcão Mauna Kea.

IDIOMA:

Como o Hawaii é um ambiente multicultural, mesmo depois de ser anexado como parte do território norte-americano, o havaiano segue sendo o seu idioma oficial. Isso significa que o Hawaii é o único estado bilíngue dos Estados Unidos. Na prática, todo mundo fala inglês, mas palavras e expressões originárias dos povos polinésios, os ancestrais locais, são bastante comuns.

Muito do vocabulário havaiano, aliás, tem conexão com a natureza. Existem, inclusive, palavras que expressam sentimentos bastante complexos de serem traduzidos – inclusive, para os nativos de lá as palavras podem transformar a vida, desde que sejam ditas de forma sincera e com o coração.

Como você deve imaginar, o alfabeto por lá não é o que conhecemos. Chamado de ka pī‘āpā hawai’i, ele consiste em uma variedade do alfabeto latino que foi criado no século XIX. No total, conta com 12 letras e um símbolo, o que, de quebra, o torna um dos menores alfabetos do mundo todo.

DOCUMENTAÇÃO:

Como o Hawaii faz parte dos Estados Unidos, brasileiros precisam de passaporte válido por no mínimo seis meses e visto americano. Uma dica que dou, é nunca viajar sem seguro de viagem.

No vôo para o Hawaii, você receberá um formulário do departamento de Agricultura do estado que deve ser preenchido no avião e deverá ser entregue para um dos comissários. Nele, há perguntas sobre a sua viagem, quais ilhas irá visitar e se você está levando algum animal ou planta.

QUANDO IR:

O clima oficial das ilhas do Hawaii é tropical, mas como possui muitas montanhas e, em oposição, muitas praias, a temperatura por lá pode variar bastante. É por isso que a melhor época do ano para visitar o estado vai depender muito do que você está buscando por lá. A boa notícia é que, mesmo assim, as ilhas são visitáveis a qualquer momento do ano.

Basicamente, o clima no Hawaii é dividido em duas estações: o verão, que vai de maio a outubro, e o inverno, que vai de novembro a abril. O mês mais quente costuma ser julho, enquanto o mais frio, janeiro. Se você é fã de surfe, saiba, o inverno é o melhor momento para pegar ondas por lá – é nessa época também que acontecem os principais campeonatos de surfe.

Quem quer fugir da chuva deve evitar o período de outubro a abril. O período mais seco costuma ficar entre maio e setembro, e a época de furacões e tempestades tropicais costumam acontecer de julho a novembro. É claro que nunca se sabe exatamente como estará o clima por lá (ou em qualquer lugar do mundo), por isso, vale a pena sempre checar a previsão antes de viajar.

Dentro das próprias ilhas, o clima também pode variar, indo de um tropical seco para o tropical úmido, dependendo da proximidade com o mar, as florestas ou as montanhas. Por isso, não desanime nem se surpreenda se o dia ensolarado for substituído por uma forte chuva de uma hora para a hora – muitas vezes, se você sair de um lado para outro da ilha, vai encontrar um céu totalmente diferente.

Um aviso importante: se você decidir visitar vulcões, deve levar sempre muitas roupas de frio – já que o clima nos picos montanhosos é bem gelado. Em alguns vulcões, como o Mauna Kea e o Mauna Loa, em Big Island, já chegou a nevar!

Nossa experiência: Nós fomos em outubro, ou seja, final do verão, início do inverno.  A previsão era de chuva a maior parte do tempo, e choveu poucos dias, e geralmente eram chuvas passageiras.  O clima lá é uma coisa de louco, alguns dias acordamos muito tristes, com o céu nublado, com a impressão de que nosso dia estava perdido, mas de uma hora para a outra, o sol aparecia.

Kauai foi o local onde pegamos mais chuvas, acredito também que porque o Monte Waialeale fica lá e seu cume é um dos pontos mais chuvosos do mundo. Em outubro geralmente durante o dia era sol e ventava bastante, isso ajudava muito para fazer as trilhas. Mas se falarmos em um geral, pegamos um clima muito bom em toda viagem, e não nos atrapalhou em nada.  O mar nessa época era muito agradável e gostoso, aproveitamos demais e indicamos a época.

COMO CHEGAR:

Não existe vôo direto do Brasil para o Hawaii, e você terá que fazer pelo menos uma conexão. A melhor opção é indo para a Califórnia (Los Angeles ou São Francisco), que são os lugares mais perto, e então de lá pegar o vôo para a ilha escolhida do Hawaii.

A melhor coisa, que foi o que fizemos, é fazer uma parada na Califórnia tanto na ida quanto na volta, pois além de descansar, é bom para se acostumar com o fuso, pois do Brasil para a Califórnia é 5 horas a menos e do Hawaii 7 horas a menos. Tirando que uma viagem direta de São Paulo a Califórnia dura em torno de 12 horas, e um vôo partindo da Califórnia direto para o Hawaii dura em torno de 5-6 horas.

Se quiser ir “direto”, pode comprar o ticket todo junto do Brasil até o Hawaii, com vôos com conexão, mas nós por causa de milhas acabamos comprando separado. Várias companhias operam o trecho, como: Delta, American Airlines, United Airlines e Air Canada.

Para vôos dentro dos Estados Unidos as empresas Hawaiian Airlines, Alaska Airlines, Delta Airlines, American airlines, United Airlines e Southwest, fazem o percurso.

Como nenhuma ilha está conectada com outras ilhas locais através de pontes ou túneis, cada ilha possui seu próprio sistema rodoviário (administrado pelo Estado), mas pessoas querendo locomover-se em direção a outras regiões do estado precisam fazer uso de balsas ou de aviões.

Para viajar entre as ilhas indico ir de avião, a viagem é muito rápida, menos que uma hora. A companhia Hawaiian Airlines é a mais indicada, pois ela opera vários trechos e o serviço deles é muito bom, outras companhias que operam é a Mokulele Airlines, Southwest e a Makani Kai Air.

Uma dica muito boa sobre a Hawaiian Airlines é entrar no site deles antes de viajar e se cadastrar no programa de milhagem. Com isso você ganha desconto na taxa para despachar as bagagens em vôos dentro do Hawaii. A primeira mala de até 50 pounds (23 kg) é $25,00 e a segunda $35,00, com o desconto elas ficam $ 15,00 e a segunda $ 20,00. (Lembre-se sempre de levar o número do programa de milhagem com vocês, pois lá eles só davam o desconto se na hora você falasse que é membro).  Já os vôos de outros estados da América do Norte para o Hawaii, não possuem desconto, sendo $ 30,00 a primeira mala, e $40,00 a segunda. Clique aqui para ver os valores de todas as taxas.

Para ir às ilhas de Lanai e Molokai o melhor jeito é ir de ferry saindo de Maui, mas também há voos para as duas ilhas via Hawaiian Airlines, Mokulele(Lanai Air) e Makani air.

Molokai, conta com ferrys saindo do porto de Lahaina para o porto de Kaunakakai. Para mais informações clique aqui.

Lanai conta com ferrys saindo do porto de Lahaina para o porto de Manele. Para mais informações clique aqui.

Se você pretende visitar mais de uma ilha, emita suas passagens de chegada por uma ilha e de saída por outra. Assim você evita um vôo interno, e toda aquela função extra de deslocamentos e franquias de bagagens.

Vale falar que algumas ilhas contam com mais de um aeroporto, então sempre observe isso antes de reservar seu carro e hotel.

Nossa experiência: O que nos ajudou muito a economizar com as passagens, foi que o único trecho que pagamos de fato, foi a ida e volta de São Paulo para Los Angeles, pela Copa Airlines, comprada em fevereiro de 2019, para viajar em outubro de 2019. De resto todas as passagens foram emitidas com milhas pela Latam, American Airlines e Delta Airlines, por isso digo que vale sempre a pena pesquisar e olhar tudo.

COMO SE LOCOMOVER NAS ILHAS:

A melhor maneira de se locomover no Hawaii é alugando um carro. Os lugares são bem distantes um do outro e você não vai querer ficar limitado e dependente de transporte.  Porém se você realmente não quer alugar carro, o Hawaii conta com um sistema de transporte público em todas as ilhas, mas é sempre voltado para os locais e não para os turistas.  Oahu é a única exceção, com mais opções.

Em Kauai tem o Kauai Bus, que é o serviço de transporte público de Kauai, Eles operam nove rotas regulares de ônibus locais. 

Na ilha de Oahu tem o The Bus, serviço de transporte público que fornece várias rotas e paradas. Algumas viagens populares ainda têm serviço expresso para reduzir o tempo de viagem, eles contam com um aplicativo que você consegue ver os horários de quando vão passar, e se você for usar muito, você tem a opção de comprar um passe ilimitado mensal.

Oahu também conta com o Waikiki Trolley que é uma empresa que transporta passageiros por Waikiki, Honolulu e East Oahu em várias linhas, você pode comprar os passes de 1/4/7 dias e pegar um bonde em qualquer uma das paradas, é um jeito legal de economizar, ele abrange várias áreas com atrações famosas. 

A ilha de Maui conta com o Maui Bus, serviço de transporte público que consiste em torno de 13 rotas de ônibus, todas operadas pela Roberts Hawaii. Essas rotas são financiadas pelo condado de Maui e prestam serviços dentro e entre as comunidades Central, Sul, Oeste, Haiku, Kula e Upcountry, mantêm todas as principais áreas de Maui conectadas e facilitam o acesso,  e conta com aplicativo para visualizar. 

Em Big Island tem o Hele-On Bus que oferece serviço em cerca de quinze rotas, todas projetadas para ajudar as pessoas a chegarem de um extremo a outro da ilha com facilidade, está disponível entre as áreas de Hilo e Kailua Kona. 

Tem também a opção de andar de Uber, Lift, TheCab e Taxis,porém além de ficar mais caro, você pode acabar ficando muito limitado, pois alguns lugares são remotos e mais difíceis de achar.

Caso alugar um carro não seja opção, e queira fazer passeios em rotas que os ônibus não passam, eu indico reservar alguns tours de agências de turismo locais, para conhecer algumas atrações famosas, ou contratar transfers ou/e serviço de carro privado. As agências mais famosas no Hawaii e que víamos em todo lugar é a Roberts Hawaii e a Polynesian Adventure.

Vale falar que a Wheelers Van Rentals oferece aluguel de van com acessibilidade para cadeiras de rodas.

Uma coisa importante é sempre dirigir com “aloha”. Demonstrando respeito pela ilha, manter-se fora de estradas particulares e sempre observar as leis locais.

Nossa experiência: Alugamos um carro em cada ilha, totalizando quatro, e todos pela Rentcars, com a nossa CNH do Brasil mesmo. Já fechamos com os seguros básicos, como proteção contra danos e avarias ao veículo decorrente de colisões ou acidentes, proteção contra terceiros e proteção contra roubo, porém quando chegamos lá fechamos também o seguro de cobertura para danos em pneus, vidros e atos de vandalismo, pois ficamos inseguros com as histórias que ouvimos de ser muito comum em alguns lugares arrombamento e quebras de vidros de carro. Por isso recomendo fortemente fechar todos os seguros, para evitar possíveis dores de cabeça, e nunca deixar objetos a vista quando estacionar o carro.

Gostamos muito da Rentcars, e nós sempre a indicamos, pois sempre alugamos por lá e nunca tivemos problemas, além de ser super fácil de fazer a reserva, alterar, colocar os seguros e tudo mais, e a vantagem dela é que eles parcelam em várias vezes, e você pode pagar antecipadamente.

Vale falar que os carros lá no Hawaii são muito mal cuidados, no Kauai tivemos problemas com o primeiro carro alugado. Fomos lá e trocaram, o engraçado é que eles mal checam os carros, e te dão de qualquer jeito, então nem esquente a cabeça, eles são muito relax com isso. O carro que mais vimos no Hawaii foi o Jeep, você vai ver em todos os lugares.

Vale falar que os preços da gasolina são caros, e lá existem dois tipos de gasolina, uma mais barata e uma mais cara, vale perguntar na locadora o nome da gasolina que o carro suporta. Lá cada um abastece o seu carro, igual ao resto dos EUA, mas em alguns lugares mesmo quando a pessoa do caixa destravou a bomba, na mangueira só saia ar, então vale ficar atento e sempre prestar atenção. Outro fator essencial a ser lembrado é que partes da ilha são limitadas em termos de postos de gasolina disponíveis; portanto, não espere até o último minuto ou até que o tanque esteja vazio para encher.

Fomos a todos os lugares seguindo o GPS (Google maps ou Waze). Compramos o chip da Easy4sim e funcionou perfeitamente. Mas uma coisa que indico demais é fazer o download offline dos mapas no Google das ilhas que você está visitando em caso de não haver conectividade, em geral, nas principais rodovias, a sinalização é boa. Mas quando você entra em áreas mais remotas e de terra o GPS pode não funcionar bem. Nos ajudou demais ter baixado todos os mapas offline e ainda ter deixado os pontos de interesse marcados.

Vale falar que em Big Island vale a pena alugar carro 4×4 pois tem lugares que não é possível ir com carro normal.

QUANTO TEMPO FICAR:

Apesar de algumas ilhas não serem grandes, você pode levar muito tempo para se deslocar de um ponto para o outro, dependendo de onde estiver hospedado. O ideal é ficar no mínimo 4 dias em cada ilha, e ainda assim, vai ser muito corrido e muita coisa vai ficar sem visitada, mas menos que isso é loucura e não recomendo.

Eu indicaria pelo menos 6 dias em cada ilha, lembrando-se que mudar de ilha envolve todo o processo de ter que ir no aeroporto e pegar vôo e tudo isso leva tempo. A mais pura verdade é que você pode ficar um mês em cada ilha e ainda assim não terá conhecido tudo. Em todas as ilhas tem muitos passeios, trilhas, coisas escondidas fora dos roteiros tradicionais, e você vai querer conhecer tudo, pois Hawaii é um lugar mágico e merece ser visitado com calma.

Nossa experiência: Conhecemos as quatro principais ilhas e ficamos um total de 16 dias. Posso dizer que foi muito corrido, e gostaríamos de ter ficado bem mais, pois passeios como trilhas levam tempo, tempo que não tínhamos, por isso tivemos que abdicar de muitas coisas.

Se fosse hoje em dia iríamos ficar uma semana em cada ilha, colocando Lanai e Molokai junto com Maui, que pela falta de tempo não conseguimos conhecer, mas numa próxima sem dúvida iremos incluir. Talvez se tivéssemos dedicado pelo menos mais uns 5 dias total na viagem, acho que teríamos melhorado ainda mais a nossa experiência.

 Algumas pessoas perguntaram se não valia à pena visitar apenas duas ilhas com esse pouco tempo, e sinceramente nós achamos que não. Mesmo sendo corrido foi uma experiência intensa e que jamais esqueceremos

QUAL ILHA VISITAR:

Não existe resposta certa para essa pergunta e tudo depende do estilo de viagem de cada um, acredito que se so tiver tempo para escolher uma ilha, sem dúvida Oahu, é a sua escolha, pois lá tem de tudo, alem de ser o local com maior infra estrutura, o local conta com praias, trilhas, passeios históricos, alta gastronomia, cadeia de compras e hotéis de luxo. Se for uma pessoa interessada mais em natureza e trilhas, e paisagens inesquecíveis acredito que a idéia seria ir para Kauai.  Se for um lugar para ver coisas diferentes como andar em um vulcão, praia de areia verde, preta, fazer snorkel com as mantas rays, passeios históricos, indicaria Big Island. Já para quem quer um lugar com natureza, compras, praia de areia vermelha, ver o nascer do sol em um vulcão, o local seria Maui.

A melhor coisa é visitar pelo menos duas ilhas porque o Hawaii é um lugar muito longe e caro, e ir para ficar poucos dias, não sei se vale muito a pena.

Nossa experiência: Nós fomos para as quatro principais ilhas (Kauai, Oahu, Big Island e Maui). E gostamos de todas, pois cada uma era o complemento da outra, e não temos uma preferida, amamos todas.

Kauai nos surpreendeu com sua natureza intocável, com seus cânions e falésias, praias desertas, uma beleza sem igual, é um lugar mais rústico, para quem curte mais aventura e um lugar que deve ser visto também por passeio de helicóptero e barco. 

Oahu nós amamos, a região de waikiki é muito badalada com muitos restaurantes, shoppings, uma estrutura de cidade grande, e ao mesmo tempo com muitas praias lindas, trilhas de fácil acesso, já a costa norte mais simplista e a cara do surf.

Big Island foi a ilha que mais achamos diferente, primeiro porque a primeira cidade que ficamos hospedados (Hilo), nem parecia o Hawaii, parecia uma cidade americana normal, não tinha o clima de Hawaii que vimos em todas as cidades, porém com atrações muito especiais perto como o parque dos vulcões que é incrível e praias de areia preta e verde extremamente diferentes e com uma beleza única, já Kona tem um clima de cidade mais gostosa, cara de Hawaii com um centrinho muito legal, com muitas lojinhas e restaurantes, e muitos passeios históricos com belas praias, achamos que nessa ilha tem um pouco de cada coisa, ela é a mais diferente entre todas.

Maui ganhou nosso coração, pois tem muita estrutura, cidades charmosas, shoppings com lojinhas legais, bairros mais chiques, a região de Lahaina conta com muitas lojinhas e restaurantes, uma natureza muito grande na Road to hana, contando com praia de areia vermelha e diversas cachoeiras, enfim tem de tudo.

ONDE SE HOSPEDAR:

Todas as ilhas possuem boa infra-estrutura hoteleira, com hotéis para todos os bolsos e gostos.

Tipos de acomodações disponíveis: Resorts (encontrados em todas as ilhas), Condomínios (Alugueis de casas ou apartamentos mobiliados), Bed & Breakfast, Airbnb e Albergues.

Acampar : todas as ilhas do Hawaii oferecem locais para acampar. Porem, todos exigem a compra antecipada de uma permissão de acampamento, e é necessário equipamento de acampamento adequado.

Considere também dividir a hospedagem dentro da mesma ilha, de modo a ficar alguns dias no norte e outros no sul, por exemplo, para assim evitar grandes deslocamentos, que foi o que fizemos.

No post de cada ilha falamos sobre os melhores hotéis e bairros para se hospedar, mas já adiantando que sempre antes de reservar uma acomodação, alem de reservar com antecedência, é bom verificar se ele cobra taxa de resort, taxa de limpeza e estacionamento, pois grande parte dos hotéis cobra e é um valor que faz total diferença no final, não pode esquecer também dos impostos, que nem sempre estão inclusos no preço final.

Nossa experiência: Quando você pensa em Hawaii, qual a primeira imagem relacionada a hotel que vem na sua cabeça? Aqueles hotéis roots na beira da praia com fogueiras? Os resorts sensacionais dos filmes do Adam Sandler? Ou aqueles bares na piscina em que americanos iam passar e trabalhar durante as férias de verão?

Falando das nossas impressões em geral, é um mix de tudo isso que citei acima. Tem hotéis que te recebem com colares havaianos, tem o pessoal que trabalha com camisa florida a vontade, tem clima roots beira mar, e tudo o que se imagina. Claro que muitas das coisas, dependem do tamanho do hotel. Um exemplo são os colares, que são mais comuns quando você fica em resorts ou grandes hotéis. Já aquele clima mais roots de beira de praia com jovens em um bar rústico você encontra em hotéis mais simples no estilo norte americano.  Como na maioria dos países em que visitamos (lembrando que o Hawaii não é um país, ele é um estado que pertence aos EUA) a gorjeta é algo bem tradicional, e no Hawaii não é diferente. Mesmo assim sentimos menos a “obrigação” de dar gorjetas para as pessoas do que em outros lugares que visitamos.

Falando em geral, fomos muito bem atendidos e recebidos em todos os hotéis que ficamos, com pessoas muito carismáticas e prestativas. Inclusive em mais de um hotel, funcionários da recepção perguntaram se eu (Rodrigo) praticava Jiu-Jitsu quando eu falava que era brasileiro, e eles ficavam animados, aparentemente lá existem muitas pessoas praticantes do esporte. Com relação as instalações dos hotéis, não temos também do que reclamar, tudo muito caprichado, algumas coisas mesmo sendo um pouco mais antigas eram muito bem cuidadas.

Podemos dizer que as nossas experiências foram muito boas, e nos deixou muitas saudades. Em cada ilha que fomos, ficamos hospedados em dois hotéis, para diminuir o tempo de deslocamento, mas admito que se for ficar poucos dias como nós (somente 4 em cada ilha), isso de ficar trocando de hotel, pode se tornar um pouco cansativo.

Royal Hawaiian Hotel

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O QUE FAZER NO HAWAII:

Curtir as praias: Se tem uma coisa que você vai encontrar no Hawaii são praias das mais diferentes! Seja com areia branca, vermelha, preta, verde ou de pedrinhas, existe uma praia ideal para cada tipo de pessoa. Os surfistas vão se esbaldar com as ondas grandes. Já quem busca sombra e água fresca vai se deliciar com as praias de águas calmas. Os aventureiros podem aproveitar também as praias focadas em esportes aquáticos, como mergulho. E, o melhor de tudo, todas as praias havaianas são públicas, exceto a Hanauma Bay em Oahu que você paga uma taxa para entrar. Sempre tome cuidado nas praias, pois as condições das ondas podem ser perigosas, sempre fique atento as placas.

Fazer snorkel/mergulhar: um estado tão rico em biodiversidade merece ser bem explorado. Aproximadamente 25% da vida marinha do arquipélago é composta por espécies que só existem por lá, por isso que o mergulho e o snorkeling são tão populares no estado. As águas havaianas têm uma fauna incrível, que combina peixes de recife, tartarugas, focas, golfinhos e até alguns tubarões. Para quem curte uma aventura, vale conhecer a cratera Molokini em Maui, uma cratera vulcânica que é considerada um santuário ecológico e um dos destinos mais famosos do mundo pra quem curte mergulho.

Em Big Island, os Manta Rays também oferece um destino perfeito para fazer mergulhos ou passeios com snorkel à noite. “Manta” é o nome de um dos maiores animais do alto mar, também chamados de “bailarinas do oceano”, já que se movem graciosamente na água.

Mergulhar com golfinhos, tubarões ou fazer um tour para avistar baleias jubarte, entre os meses de dezembro e abril, também são opções imperdíveis de passeios.

Fazer um passeio de helicóptero: quer algo melhor do que ver as belas paisagens do Hawaii do alto? Pois é, você pode fazer um passeio de helicóptero por meio de uma das muitas empresas que oferecem esse serviço por lá. Dessa forma, você poderá sobrevoar vales e cachoeiras secretas, ver a costa havaiana de cima e ainda ir de uma ilha para a outra de uma forma totalmente diferente.

Kauai, aliás, é conhecida por ser uma das ilhas mais exuberantes para se ver do ar, por conta da belíssima Na Pali Coast e as cachoeiras que serviram de cenário para o filme Jurassic Park. Além disso, observar as crateras vulcânicas e a vista de Pearl Harbor colaboram para memórias inesquecíveis. 

Dica: sempre agende esse passeio para o seu primeiro dia na ilha, pois ele pode ser cancelado devido às mudanças climáticas. Assim você garante que não ficará sem fazer esse tour incrível.

Participar de um Luau Havaiano: Um tradicional luau havaiano não pode faltar na sua viagem ao Hawaii. Mas, não se engane, ele não é apenas uma festa na praia como você vê nos filmes e séries de televisão. Originalmente, o evento consistia em um grande banquete, que contava com enormes quantidades de um ingrediente: lu’au, um tipo de inhame muito típico da culinária havaiana. O nome pegou e foi passado de geração em geração até o que conhecemos hoje como um luau. Com colares havaianos, comidas típicas, apresentações de danças tradicionais, coquetéis e até hula, um luau é uma verdadeira imersão na cultura do Hawaii. Vale a pena pesquisar bastante para comprar o seu ingresso antecipadamente, já que eles costumam gostar rápido.

Fazer uma trilha: Você é do tipo que gosta de aproveitar o ar livre? Pois bem, que tal fazer uma bela caminhada aventureira? Cada uma das principais ilhas havaianas oferece trilhas ótimas para você experimentar, que variam entre as mais fáceis e as mais desafiadoras! Qualquer que seja o seu nível, tanto de habilidade, quanto de resistência, existe uma trilha ideal para você curtir por lá, abaixo segue algumas trilhas legais para você fazer:

Visitar um Farmer´s Market: conhecidas de forma bastante popular no Brasil como “feira livre”, as Farmer´s Market dos havaianos são um pouco diferentes, mas igualmente impressionantes. Os mercados de agricultores acontecem em todas as ilhas semanalmente e vale a penas sair em busca delas, sem grandes planos! Por lá, os visitantes podem conhecer os agricultores e visitar diversos fornecedores locais de frutas, legumes e outras iguarias. Priorize os itens que você nunca experimentou antes, já que as ilhas havaianas são muito abundantes em variedade de frutas tropicais, frutos do mar, especiarias, mel e café. Fora que essa é uma maneira incrível de estimular a produção sustentável local. 

Visite fazendas locais: Quer conhecer um pouco mais de perto como é a vida rural no Hawaii? Então, você precisa conhecer as fazendas locais! Nas várias ilhas havaianas, você encontra plantações, locais para fazer degustação e conhecer mais da cultura local. Por lá, existem fazendas de queijo, vinícolas, plantações de macadâmias, abacaxi, cafés, cacau, lavanda… São muitas opções, uma mais incrível que a outra! Abaixo segue algumas fazendas locais para conhecer:

Passeio de barco ao pôr do sol: se você busca uma atividade daquelas bem românticas, não pode deixar de fazer esse passeio quando for ao Hawaii. À bordo de um barco, prepare-se para ver um pôr do sol inesquecível ao mesmo tempo em que aproveita boa música e open-bar. Dependendo da época do ano, esse passeio também pode ser feito para observar as baleias jubartes, além de passeios de barco para mergulho e snorkel durante o dia.

Fazer uma aula de Surf: como falar de Hawaii e não falar de surfe? Pois é, dizem que em meados do século IV A.C., o então rei polinésio Tahito apresentou para o povo local o surfe, depois de uma grande onda de imigração de polinésios para as ilhas. As histórias sobre a origem do esporte são inúmeras, mas alguns dos seus primeiros relatos aconteceram em 1779, em escritos feitos pelo tenente James King, que participava das expedições britânicas comandadas pelo Capitão James Cook. O tenente descreveu o esporte como um “exótico passatempo” que os havaianos praticavam.

Na língua nativa, o surfe é conhecido como “hee nalu”, e era considerada uma prática espiritual que envolvia os nativos com as energias dos deuses. As pranchas usadas eram de madeiras, chamadas de Olo e Alaia, e eram fabricadas pelos próprios usuários. Com essa prática, os havaianos acreditavam que se libertavam das energias negativas ao praticar o esporte, desde que colocassem no instrumento suas energias positivas. Para eles, o surfe era um ritual que contava, até mesmo, com cânticos, deuses e que envolvia a sua religião. Muito disso se perdeu depois da chegada dos europeus, que levaram para lá tanto novas tecnologias e cultura, quanto doenças e outros capitães, aventureiros e missionários. Foram só alguns séculos depois, em 1907, que o surfe voltou a ser um destaque quando o escritor Jack London conheceu a prática por George Freeth, um surfista de Waikiki, e ficou absolutamente fascinado com o esporte. Ele publicou um artigo sobre o assunto, o que despertou o interesse de um magnata que pagou para que o surfe fosse promovido na Califórnia por George.  

O reconhecimento mundial do esporte veio, mesmo, alguns poucos anos depois, em 1912, com a vitória do campeão Olímpico Duke Kahanamoku, que ganhou a medalha de ouro nas Olimpíadas daquele ano, em Estocolmo. Ele acabou se tornando o maior divulgador do estilo de vida havaiano e do próprio surfe, promovendo a prática ao redor do mundo.

Hoje em dia, o surfe é um dos esportes aquáticos mais populares do planeta. E, apesar de ter se espalhado mundo afora, as ilhas havaianas continuam sendo consideradas seu lugar de vanguarda, tanto que é predominante em todas as suas ilhas. Duke é um marco na história do surfe por lá, e existem tanto uma estátua em sua homenagem na praia de Waikiki como um restaurante que leva o seu nome, o Duke’s.

Se você busca se aprimorar no esporte ou até mesmo começar a praticá-lo por lá, vale aproveitar a passagem pelo Hawaii para isso. Nós fizemos uma aula em Maui com a Royal Hawaiian Surf Academy, e valeu a pena demais. Abaixo algumas praias famosas de surfe e alguns lugares para contratar uma aula.

Obs: Sempre tenha sempre cuidado, pois muitas das praias citadas abaixo são apenas para surfistas experientes. Se você não é surfista a melhor opção é sempre contratar uma aula, e não se esqueça sempre de checar as condições do mar antes de entrar na água.

Conhecer atrações históricas: as ilhas havaianas são históricas justamente porque passaram por muitas fases, incluindo sair de um sistema colonialista e uma mudança completa de governo. Histórias sagradas e cultura são muito constantes por lá, além de uma participação, mesmo que involuntária, na Segunda Guerra Mundial, com os ataques a Pearl Harbor, e monumentos cheios de mistério e misticismo que colaboram para um ambiente muito rico de folclore. Confira, abaixo alguns desses lugares incríveis que merecem a sua visita:  

Visitar um vulcão: já comentamos que as ilhas havaianas são, em maioria, formadas por crateras vulcânicas, o que significa que boa parte da sua estrutura contém vulcões ativos ou extintos que você pode visitar e conhecer de perto. 

Big Island conta com 5 vulcões, e é lá que se encontra o Hawaii Volcanoes National Park, um patrimônio mundial da Unesco. Nós pegamos um dia inteiro para visitar o parque, e podemos afirmar que é uma sensação incrível, principalmente caminhar dentro da cratera do vulcão.

Lá, existe o vulcão Kilauea. Considerado um dos mais ativos do mundo, ele é o mais recente dos que emergiram e criaram as ilhas do arquipélago. Na língua nativa havaiana, Kilauea significa “cuspindo” ou “espalhado”, uma referência às descargas de lava frequentes deste vulcão. O Kilauea tem estado em erupção quase continuamente desde 1983, e já causou danos consideráveis às propriedades locais, incluindo a destruição de uma cidade inteira, Kalapana, em 1990. Em maio de 2018, ele entrou em erupção mais uma vez, e muitos moradores que viviam por lá foram evacuados. O resultado foi desastroso: muitas casas e parte do Parque Nacional dos Vulcões foram destruídas – ele, inclusive, precisou ser fechado. Quando visitamos o local em outubro de 2019, algumas partes do parque ainda estavam fechadas, sem data certa para reabrir. O parque possui também uma série de áreas educacionais de visitação, como o Volcano Art Center, trilhas para caminhadas, como a Kilauea Iki.

O vulcão Mauna Loa também segue ativo, mas entrou em erupção pela última vez em 1984. Em volume, é considerado o maior vulcão em escudo do planeta, com uma altura de 4.169 metros (10 mil, se considerar a sua base, no fundo do mar), e 90 km de largura. O Mauna Loa também fica localizado no Parque Nacional dos Vulcões, na Big Island, e você consegue fazer uma trilha para subir até o cume – não que essa seja uma tarefa fácil! A primeira maneira de chegar até lá é saindo do Observatório Mauna Loa, que leva em torno de um dia. A segunda, é começando pelo próprio parque, o que pode levar de 3 a 5 dias.

Quem quer uma bela vista, precisa conhecer Mauna Kea. Esse é o ponto mais alto do Hawaii, e a montanha é considerada a mais alta do mundo se medida desde a sua base, no fundo do oceano, até o topo. Seu nome significa Montanha Branca em havaiano, uma referência ao topo sempre coberto de neve no inverno. Ao contrário dos dois anteriores, Mauna Kea já está extinto – sua última erupção ocorreu há mais de 4.500 anos. Uma curiosidade: assim como todos os vulcões no estado havaiano, Mauna Kea é considerado sagrado.

Um tradicional passeio até o monte inclui ver o pôr do sol da sua cúpula, e a boa notícia é que é possível fazer o trajeto de carro. Outro programa incrível é subir para ver as estrelas, já que, no local, você encontra uma série de observatórios astronômicos. Vale a pena se informar sobre a possibilidade de fazer esses passeios quando for até lá, uma vez que, quando fomos, em outubro de 2019, o local estava fechada devido uma série de protestos contra obras de instalação de um novo telescópio que acontecia por ali.

O Hualālai, se encontra na área de Kona, e é o terceiro vulcão mais ativo que compõe essa ilha. Nos últimos 1.000 anos, por exemplo, ele entrou em erupção 3 vezes, mas foram 8 se considerarmos os últimos 1.500 anos. A mais recente delas aconteceu em 1801, e gerou um fluxo de lava que chegou ao oceano e hoje se encontra na base do Aeroporto Internacional de Kona. Hualālai também tem uma grande importância ecológica, já que é o lar de muitas espécies raras. Perto do seu cume, existem, inclusive, várias reservas naturais, que são atrações bastante populares dos turistas. O seu topo, aliás, é o paraíso dos que amam caminhar, com crateras vulcânicas de todos os tamanhos e idades. Parte dessa área conta com campos de rocha de lava ou cinzas, mas muita da sua vegetação é em forma de arbustos, samambaias, gramíneas e árvores O’hia Lehua.

Mudando de ilha, temos em Maui o Haleakalā National Park. Para quem ama belas paisagens, ver o nascer do sol do alto do vulcão Haleakalā é uma opção imperdível. Aliás, sabia que 75% da ilha é formada por ele? Tanto que é a peça central do parque nacional, que vai do cume de Haleakalā até o vale de Kipahulu, na costa de Hana. Assim como muitos vulcões, este também é considerado um lugar sagrado pelos nativos, e entrou em erupção pela última vez entre 600 e 400 anos atrás. Local de lendas e grande diversidade biológica, o parque, em si, tem inúmeras atrações, incluindo um observatório que você consegue visitar indo de carro até o topo da montanha. O espaço também conta com caminhos para fazer caminhadas e andar de bicicleta.

Já a ilha de Oahu não tem vulcões ativos, mas um passeio que você pode (e deve!) fazer é a trilha até a cratera vulcânica de Leahi, também conhecida como Diamond Head Summit Trail. Esta trilha foi construída em 1908, acredite, como parte de um sistema de defesa militar. Hoje, é possível os visitantes subirem até o topo e aproveitarem a vista panorâmica de Waikiki. Entre escadas e túneis escuros, subterrâneos, e bunkers militares, você vai desfrutar de vistas incríveis e uma visão 360º da ilha. 

Aprender a jogar golf: não só de surfe vivem os havaianos. O golfe também é uma prática comum por lá, tanto que existem muitos cursos e pistas, algumas até com vista para o oceano. O Hawaii atrai golfistas de todas as partes do mundo e de todos os níveis de conhecimento, o que significa que, se você é inexperiente no esporte, com certeza vai encontrar no estado o curso perfeito para você começar.

Lookouts: no Hawaii você encontra lugares com lindas vistas, que exigem um esforço mínimo para chegar, isso os torna itens obrigatórios para qualquer visitante nas ilhas.

Visite alguns locais de filmagem de filmes famosos: vários cenários tropicais de filmes famosos ficam no Hawaii. As ilhas mais populares para filmagens são Oahu e Kauai.

O Kuloa Ranch, em Oahu, foi palco de uma série de filmes importantes e oferece o tour Hollywood Movie Site Tour em algumas locações, além de muitos outros passeios.

O Kipu Ranch, no Kauai, também foi cenário de vários filmes de Hollywood, e você pode fazer tour de UTV.

A Robert´s Hawaii tem o tour One-Day Kauai: Hawaii Movie Tour que oferece uma visita guiada a vários famosos locais de filmagens no Kauai.

Segue o nome de algumas produções filmadas no Hawaii para já ir conhecendo e entrando no clima desse lugar maravilhoso:

Admirar um Pôr do Sol: Podemos começar afirmando que no Hawaii nós vimos o por do sol mais lindo de nossas vidas, sem exagero algum. Muito do espírito do Hawaii vem justamente do por do sol e a mistura no céu de tons de vermelho, laranja, rosa, azul e lilás, que fazem um espetáculo no horizonte. Esses eventos de pôr do sol são únicos nas ilhas havaianas porque a localização geográfica é remota, tornando um pôr do sol na praia uma experiência única e inesquecível.

Se você quer acompanhar o pôr do sol havaiano fique atento, ele ocorre entre 17h45 e 19h30 dependendo da época do ano. Fique muito atento, pois a dica é ele desaparece muito rápido, e se você piscar, pode perder o espetáculo. Como já falamos, nós vimos o pôr do sol mais bonito de nossa vida em Big Island. Em Waikiki, também tivemos o privilégio de pegar o céu rosado alguns dias, que proporcionaram um visual incrível.

COMPRAS:

O Hawaii é um excelente lugar para compras, pois sua taxa de impostos é uma das mais baixas do EUA, em torno de 4,5%, deixando o preço final dos produtos mais atraentes.

Todas as ilhas oferecem desde pequenas lojas em cidades pequenas até shoppings. As lojas oferecem muitos itens feitos no Hawaii para levar para casa, incluindo roupas, jóias e arte havaiana, camisas Aloha, mapas antigos, jóias, obras de arte, antiguidades e muito mais. 

Lembranças havaianas estão em todos os cantos, de todas as ilhas, e a maioria dos supermercados têm uma seção de lembranças, que geralmente é mais barato que nas lojinhas, então vale a pena dar uma olhada nas sessões do Safeway, Costco, Foodland e Whole Foods Market. 

Todo lugar você vai ver a Whalers General Store e a ABC Stores, que nada mais é que lojas de conveniência de propriedade local para artigos diversos, presentes e lembranças havaianas, comidas etc, uma mistura de conveniência com lojas de souvenirs. Vendem praticamente tudo. A ABC, tem praticamente em cada esquina, nós ficamos viciados nessa loja, toda hora íamos em uma, pois tem de tudo para comprar, tudo mesmo. E não podemos nos esquecer da Long Drugs, que é a farmácia mais famosa do Hawaii, em todo lugar você encontra e tem de tudo lá, é da mesma rede da CVS que você encontra em todo EUA.

Nas ilhas do Hawaii você vai achar lojas de departamento como Macys, Ross Dress For Less, TJ Maxx, Target e Walmart.

No Hawaii também tem muitos marketplaces que são tipo galerias com muitas lojinhas e muitas vezes são chamados de mall, porém de shopping não tem nada. Além de ter muitas feiras de artesanato e mercados de agricultores, conhecido como Farmers Market, em toda ilha tem vários, tem que se informar para ver os dias que rolam.

Vale falar que se a sua intenção for fazer compras, seu destino é Oahu, nessa ilha você vai encontrar todas as lojas de redes conhecidas e de grifes, muitos shoppings e lojinhas. Em Oahu você encontra lojas como Apple, Best Buy, Uniqlo, Forever 21, Abercrombie & Fitch, Zara, Sephora, Victoria´s Secret, Bath & Body Works Hollister, Vans, Bloomingdale’s, Saks, Neiman Marcus, Marshalls e Nordstrom.  Além de lojas de grifes como Hermes, Chanel, Prada, Gucci, Balenciaga, Cartier, Jimmy Choo, Dolce e Gabbana, Valentino entre outras.  Em Maui você encontra algumas marcas também.

Uma lojinha muito famosa no Hawaii é a Hilo Hattie, lá você encontra muitos souvenirs, roupas, aloha t shirt, e outras coisinhas exclusivas feitas no Hawaii. 

Em todo lugar você vai ver lojas da Honolulu Cookie Company, com suas bolachas amanteigadas de vários sabores, esse sem dúvida é uma ótima lembrança para levar do Hawaii.

Algumas Lojas de roupas muito famosas que vimos muito por lá é a Tommy Bahama, Tori Richard, Blue Ginger, Mahina e Reyn Spooner. E de Loja de presentes a Sand People e a SoHa Living.

Para jóias a Na Hoku domina, tem em todo lugar, e descobrimos que ela é o maior e mais antigo fabricante de jóias do Hawaii, em operação desde 1924.

Quanto às camisetas, as lojas mais legais que vimos com camisetas diferentes foram a Crazy Shirts e a Malibu Shirts, nós amamos a Malibu e virou nossa loja favorita, eles têm camisetas vintage com estampas super legais. 

As Lojas de Surf estão espalhadas pelo Hawaii e é o que você mais vai ver. Tem várias e depende de acordo com cada ilha, algumas famosas são as lojas da Volcom, Quiksilver, Ripcurl, Billabong , T&C Surf, Honolua Surf Co e HIC Hawaiian Island Creations.  A Surf N Sea de Oahu é a primeira loja de surf do Hawaii, uma parada obrigatória. 

Vale falar que no Hawaii é proibido sacolas de plásticos, ou seja, quando você comprar algum produto as lojas oferecem sacolas de papel ou recicláveis por um pequeno custo.

Falo mais sobre compras no post de cada ilha. Veja o post de KAUAI, OAHU, BIG ISLAND E MAUI.


O QUE COMPRAR NO HAWAII:

Café: você achava que só o Brasil era famoso pelo seu café? Aí que você se engana. O Hawaii é o único estado norte-americano que produz o seu próprio café – e o faz há tempos, desde o século XIX. O café cultivado nas ilhas é reconhecido mundo afora, tanto que algumas de suas variedades são consideradas exclusivas. O café Kona foi o que conquistou o maior renome no mercado global, mas as principais ilhas havaianas produzem suas próprias torras. O motivo disso são os solos vulcânicos, muito ricos em minerais, que oferecem o cenário perfeito para o cultivo dos grãos. Se você tem curiosidade, pode, até mesmo, fazer um tour por algumas plantações, e buscar diferentes variedades nas lojinhas locais ou supermercados.

Ukulele: típico instrumento musical havaiano, um ukulele é o presente perfeito para amigos ou membros da família. Com quatro cordas, ficou famoso mundialmente ao ser tocado por grandes músicos vindos do estado e parece uma mini guitarra. Normalmente, são feitos com madeiras que vêm da própria ilha. Aliás, se você se lembrou do cavaquinho brasileiro, não é sem motivo: no século XIX, os portugueses foram tentar a sorte no Hawaii e levaram consigo uma viola. O instrumento fez sucesso com os nativos havaiano e foi incorporado à sua cultura. Vale à pena buscar uma loja especializada para comprar um de boa qualidade e, principalmente, que dure bastante. Achamos bem legal a lojinha Kula Gold Co, em Maui.

Cerveja: o Hawaii tem um negócio de cerveja em expansão que que vai muito além da famosa cervejaria Kona. Nas quatro ilhas principais, você encontrará cervejarias caseiras criando cerveja artesanal de qualidade com ingredientes exclusivos do Hawaii. 

Bronzeador Maui Babe: Esse bronzeador à base de café Wailuku é considerado um dos melhores do mercado, é feito com óleo de coco, café, aloe vera e óleo de noz kukui. É o bronzeador mais vendido no Hawaii, eles também contam com outros produtos para pele como loção pós-sol, protetor e hidratante.  Você pode encontrar os produtos da Maui Babe nas lojas ABC, supermercados, farmácias e lojinhas.

Macadâmia: as macadâmias não são nativas do Hawaii, mas foram trazidas da Austrália para as ilhas no século XIX. No entanto, o estado segue sendo um dos maiores produtores mundiais da noz, com várias fazendas e plantas de processamento espalhadas pelo seu território. Por serem muito saudáveis e ótimas para combater o colesterol alto, elas são uma iguaria deliciosa e que, no Hawaii, podem ser encontradas tanto em supermercados, como em pequenas lojas de rua, além de poder ir fazer visitas em algumas plantações. 

Honolulu Cookie: A marca foi fundada em 1998 com a intenção de espalhar um pouco de aloha com sua receita de biscoitos amanteigados em forma de abacaxi. oferece sabores como lilikoi (maracujá), café kona, macadâmia de chocolate e abacaxi, você encontra em todos os lugares do Hawaii a loja da Honolulu Cookie, e você também encontra os produtos em algumas lojas e supermercados.

Destilados: quem ama um bom drinque também vai se deliciar com as versões de destilados havaianos. Como abacaxis, cocos, café e cana-de-açúcar são recursos naturais do estado, muitos desses ingredientes são utilizados na produção de bebidas alcoólicas, como vodka, rum, whisky e licor.

Koa Wood Products (Madeira Koa): um tipo de madeira que só pode ser encontrado no próprio Hawaii, a madeira Koa é considerada muito bonita e rara, e é apreciada por artesões pela sua força. Se você busca um bom presente, pode investir em tigelas, pratos, molduras, vasos, canetas, abridores de cartas e outros itens feitos com esse tipo de material. Um lugar para encontrar uma ampla seção de acessórios de Koa é na loja Martin & MacArthur (Maui, Oahu e Big Island) e na The Koa Store no Kauai.

Vinhos: falando em bebidas alcóolicas, não poderíamos esquecer dos vinhos. Existem por lá algumas vinícolas locais que produzem vinho tanto de uvas quanto de outras frutas, como abacaxi, goiaba e mel de macadâmia, e também hidromel. A maior parte dos vinhos havaianos são produzidos em Maui e Big Island, e essas bebidas podem ser encontradas em mercados locais além de lojas selecionadas. Fica a dica para o vinho branco de macadâmia da Volcano, é simplesmente incrível. Ah, e você também pode fazer um tour pelas vinícolas, se quiser conhecê-las.

Tiki : Um dos símbolos do Hawaii, e conhecidos por causa de filmes e jogos, além de ser visto em muitos luaus. Você com certeza vai encontrar em todas as lojas de lembranças e gifs um desses símbolos para levar para casa.Vale a pena? Se você gosta da história, e lendas dos lugares, vale a pena demais comprar uma lembrança dessas. outra lembrança muito lembrada do Hawaii são as Dashboard Dancing Hula Girl, bonecos de hula, os modelos são muitos, homens ou mulheres com elementos típicos da ilha, como ukuleles, saias de grama e até animais dançando. Você encontra ambos em lojinhas locais de presentes como ABC Stores.

Pranchas de Surf: Como surf é sinônimo do Hawaii, o lugar é um ótimo lugar para comprar pranchas de surf, você encontra em todo lugar.

Aloha Shirt: se você assistiu filmes como Pearl Harbor, já deve ter visto as camisas havaianas. O estilo, como diz o nome, é originário das ilhas e consiste em camisas de colarinho abotoadas, normalmente de mangas curtas e feitas de tecido estampado. Acredite se quiser, elas não servem apenas para looks de final de semana, mas também são consideradas um traje formal de negócios em sua terra natal. As chamadas “Aloha Friday”, que acontecem toda sexta-feira, como as sextas casuais que vemos por aí, surgiram, inclusive, como uma forma de promover o uso dessas peças, que são a principal exportação têxtil da indústria manufatureira havaiana.  Você encontra as camisas para comprar espalhadas em todos os lugares, de lojas ABC, brechós a supermercados, porém é bom levar em conta que essas mais baratas geralmente não são made in Hawaii, então vale a pena olhar a etiqueta. 

Hydro flask : Acho que essa era a moda do momento, não tinha uma pessoa que não andava na rua, no carro, nos supermercados com a sua. Mas o que é uma Hydro flask ? É uma garrafa d água que segundo a lenda, conserva a água gelada por cerca de 12 horas. Além disso existem diversas garrafas dessas estilizadas, e que vale muito a pena você comprar logo que chegar, principalmente para levar para as trilhas. Uma dica, veja nos mercados grandes que você vai encontrar a preços mais acessíveis. Só não deixe de comprar uma, porque vai valer a pena demais. Você encontra em lojas de surf, supermercados e lojinhas no geral, compramos a nossa no Whole Foods Market

Organic Handmade Soaps (sabonetes orgânicos): com uma variedade de flora e fauna tão rica, é de se esperar que os sabonetes artesanais sejam uma das maravilhas do Hawaii. Com ingredientes botânicos e totalmente naturais, como coco e óleo de palma, eles fazem jus aos antigos remédios havaianos e polinésios. Existem diversas lojas focadas nessa produção artesanal, alem de sabonetes, eles também fazem vários produtos para a pele.

Coconut Oil: o óleo de coco é popular por conta dos seus usos variados. Ele pode servir como um ingrediente na cozinha, para cuidar da pele e do cabelo e até para fazer bebidas saudáveis ou esfoliações corporais. No Hawaii, você pode tanto comprar o óleo de coco fresco, como também a sua versão incorporada a outros produtos, como géis de banho, loções para o corpo ou produtos para o cabelo. Você pode encontrá-los em lojas e supermercados, como Safeway, Whole Foods Market e Foodland.

Rare Organic Honey (mel orgânico): o mel do Hawaii considerado o mais popular é aquele feito com a flor de Lehua, que cresce apenas por lá. Esse mel é branco e cristalizado, muito apreciado por quem ama chás, já que não sobrecarrega o seu sabor. Outra especialidade e raridade local é o mel Kiawe, que é branco e orgânico, colhido por extração a frio, em apenas um lugar no mundo inteiro e em quantidades bem limitadas. Alguns conhecidos são os produtos da Big Island Bees, Rare Hawaiian Honey Company e Manoa Honey Company. Seus produtos podem ser encontrados em Farmers Market, e mercados como Down to Earth, Mana Foods e Whole Foods Market.

Chocolate: de todo os Estados Unidos, o Hawaii é o único estado onde acontece a cultivo do cacau. Ou seja, o chocolate que é feito com as frutas de lá são os únicos produzidos em todo o país. Chamado de Theobroma Cacao, esses belos cacaueiros crescem bem no clima tropical do estado. Mas, saiba, a planta não é típica de lá: acredita-se que ele foi trazido em junho de 1831, como registrado no diário do botânico alemão Franz Meyen. Depois, em 1850, um médico também alemão decidiu plantar cacau em sua casa, e essas terras agora fazem parte do que é chamado Jardim Botânico Foster, que fica no centro de Honolulu. Mais de 150 anos depois, todo chocolate artesanal feito com o cacau cultivado por lá chama atenção do mundo inteiro. Alguns lugares oferecem tour nas plantações de cacau e degustações.

Hawaiian Jewellery (Jóias): quem ama jóias vai se surpreender com a variedade de joalherias disponíveis no Hawaii. A maior parte dos seus acessórios são inspirados nas próprias belezas locais, o que significa que são únicos e muito belos. Pedras preciosas, pérolas do Pacífico, madeira koa, metais preciosos, paua, prata, anzol havaiano e vidro marinho são alguns dos materiais que dominam as jóias havaianas. Se procura algo realmente incomum, vale focar nas jóias feitas com pérolas e paua. Vale a pena dar uma olhada nas lojas Na Hoku e Maui Divers Jewelry, mas uma boa dica é que em feiras você encontra muitas peças feitas à mão pelos artesãos.

Niihau Shell Lei (colar de conchas): nas ilhas em que a vegetação predomina, estes colares típicos, chamados leis, são feitos com flores. Porém, em Niihau, essas flores são substituídas por conchas. Isso porque o clima nesta ilha é mais seco e árido, e nem mesmo as flores crescem.  Por isso, o povo de Niihau criou uma tradição secular de montar leis com pequenas conchas brilhantes. No inverno, as ondas que resultam das tempestades em alto mar se chocam com a costa e trazem um quantidade enorme de conchas de caramujos marinhos para a areia. Nessa época, as famílias descem até a praia, onde passam horas colhendo essas conchas que, depois, são espalhadas à sombra para secar. Em seguida, são separadas, classificadas e, então, usadas para produzir os colares. Ou seja, são peças artesanais, únicas e que valorizam a cultura havaiana. 

Sea Salt (Sal marinho): como diz o nome, o sal marinho é colhido nos oceanos que estão ao redor das ilhas do Hawaii. Assim como o café, existe uma variedade de tipos de sais, que você encontra nas várias lojas espalhadas pelo estado. Você pode tanto comprar uma versão pura, como aqueles misturados a outras especiarias, como alho ou a pimenta. Também é uma tradição dos nativos usar o sal do mar vermelho, em cerimônias de purificação e para abençoar lugares e eventos especiais. Dois muito famosos são o Soul of the Sea da Hawaii Kai Corporation, e o Salty Wahine.

GASTRONOMIA:

Assim como vemos no Brasil, a gastronomia havaiana é uma mistura de diversos elementos trazidos por imigrantes do mundo inteiro para as ilhas. Os polinésios são um destaque, já que introduziram na alimentação do Hawaii alguns itens básicos, como batatas doces, inhames, taro, galinha e porco. Da Europa, vieram frutas como uvas, abacaxi, laranjas e limões, além do feijão, batatas, milho e alface. Some-se a isso o arroz chinês, os frutos do mar e os peixes, e você tem uma culinária muito rica de sabores. Além disso, os pratos de lá também contam com alguns itens considerados raros e exclusivos das ilhas, como a hala, o kukui e a pia, vegetais pouco consumidos fora de lá.

Nos anos 90, um grupo de 12 chefs (Sam Choy, Mark Ellman, Roy Yamaguchi, Beverly Gannon, Roger Dikon, Amy Ferguson Ota, Jean Marie Josselin, Peter Merriman, Philipe Padovani, George Mavrothalassitis, Alan Wong e Gary Strehl) desenvolveram o que se chama, hoje, Hawaii regional cuisine, que é bastante regional e aproveita alguns dos ingredientes mais frescos que se encontram em suas ilhas com a intenção de colocar o Hawaii como um importante destino culinário. Não é a toa que muitos dos restaurantes do Hawaii são focados na cozinha local – mas, calma, é possível também encontrar estabelecimentos de outros lugares do mundo, e que oferecem refeições mexicanas, chinesas, japonesas, italianas e filipinas.

No Hawaii você encontra vários restaurantes de redes conhecidos como Subway, McDonald’s, Domino’s, Pizza Hut, Taco Bell, Starbucks, KFC, Burger King, Hard Rock Café, The Cheesecake Factory, Bubba Gump Shrimp, California Kitchen, Five Guys, PF Chang´s e vários outros. Há também muitos food trucks por lá, com infinitas opções.

E em todas as ilhas você encontra algumas cadeias de fast food de restaurantes havaianos, para quem quer experimentar pratos tradicionais locais, gastando um pouco menos, pode ser uma boa opção, lugares como: Zippy´s e L&L Hawaiian Barbecue.

Veja nossas sugestões de onde comer no KAUAI, OAHU, BIG ISLAND E MAUI.

COMIDAS/BEBIDAS PARA EXPERIMENTAR:

Mai Tai: feito com rum, licor de laranja (curaçao), xarope de amêndoa(Orzata / Orgeat), calda de açúcar e suco de limão tahiti,  associado a configurações no estilo polinésio esse é o drink oficial do Hawaii. Você encontra esse drink em todos os bares, hotéis e restaurantes. 

Okolehao: licor legitimamente havaiano que é feito da fermentação da raiz da planta ti (Cordyline fruticosa).

Shave Ice: vai uma raspadinha aí? A Shave Ice é muito famosa no Hawaii, normalmente feita com blocos de gelo cobertos com xaropes de sabor, que se assemelham ao gelinho brasileiro, você vai ver em todo lugar.

Poke: peixe cru marinado, cortado em cubos. Tipicamente, existem vários tipos de marinado: com molho de soja, cebola, óleo de gergelim, sal marinho, algas, molho teryaki ou limão. Vale falar que lá é muito raro achar poke de salmão, o mais tradicional é com atum (ahi poke), de alga (limu) e polvo (tako), ou com algum peixe típico. Quem está acostumado com o Poke do Brasil, vai sentir uma leve diferença. Eu, por exemplo, gosto muito de Shoyo e arroz no meu Poke, então eu sempre tinha que pedir uma porçãozinha separada. Você pode encontrar em supermercados como Foodland e Tamura’s Fine Wine.

Spam Musubi: esse é um lanche havaiano bastante popular. É composto por spam (um tipo de apresuntado) grelhado com arroz envolvido com nori (alga japonesa) e coberto por um molho adocicado. Você pode encontrar em cafés/restaurantes locais como L&L e supermercados como Foodland e 7 Eleven.

Po’i: todo prato tem um amido principal, e, no caso do Hawaii, esse amido é o Poi. Rico em nutrientes, ele é feito a partir da raiz de taro (ou kalo) e tem uma textura pegajosa. O sabor é uma mistura de doce com azedo e sua cor é de um roxo claro que chama a atenção. Parece estranho? Pois é, nas ilhas havaianas, esse é um elemento bastante tradicional e comum, fonte de carboidrato para os nativos. Você pode comprar o pó ou o creme. Você encontra para comprar em mercados como: Foodland, Times Supermarkets e KTA Stores.

Kulolo (Taro Pudding): os amantes de sobremesas precisam experimentar Kulolo, que é tradicional das ilhas. Esse doce é feito com três ingredientes: taro, coco e açúcar, o que o faz parecer um pudim. Normalmente, ele é vendido em tijolos, fica a dica, os mais famosos são os de Kauai. Você encontra para comprar em supermercados como Foodland, Times e em Farmers Markets locais.

Loco Moco: o equivalente ao bife a cavalo brasileiro! Loco Moco é um prato local queridinho dos nativos e combina arroz branco cozido no vapor, carne (colocada em cima do arroz), ovo frito e um molho marrom feito com base de carne. É possível encontrar o prato na maioria dos restaurantes havaianos como L&L.

Kalua Pork: é prato tradicional que você quer? Então, conheça o Kalua Pork, porco enrolado em folha de bananeira, cozido em baixo do solo, com uma técnica bem tradicional da culinária do Hawaii. Basicamente, usa-se um imu, um tipo de forno subterrâneo formado com pedras quentes, carvão, folhas de bananeira e de ti, e que é usado para cozinhar peixes, carnes e até vegetais. Essa é uma tradição que veio para o Hawaii da Polinésia, mas que quase desapareceu depois que as ilhas foram anexadas ao território norte-americano. Aliás, o próprio nome do prato faz referência a essa técnica, ao mesmo tempo que traduz o sabor que dá aos alimentos. Depois de cozida, a carne de porco é desfiada e temperada. Todo lugar tem o prato, é muito tradicional nos luaus nos adoramos e comemos muito tacos com kalua.

Lomi Lomi Salmon: não só de pratos quentes vive a culinária havaiana. As saladas também tem espaço por lá e, no caso, a Lomi Lomi Salmon é famosa. Consiste em uma salada bem fresca feita com tomate, cebola, cebolinha, flocos de pimenta e salmão. Costuma ser servida como acompanhamento e, acredite, chegou ao Hawaii por meio dos marinheiros ocidentais. Você encontra em mercados e restaurantes locais.

Lau Lau : combinação de carne de porco, peixe ou frango embrulhados em folhas de lu’au, que vem da planta do taro, e de ti, que servem apenas para segurar ou vaporizar o prato. Antigamente, o Lau Lau era colocado nos famosos imus para cozinhar, mas, atualmente, são enrolados em papel alumínio para serem cozidos no vapor. Como acompanhamento, arroz e poi são os favoritos. Você encontra em mercados como Foodland, KTA e Costco.

Hawaiian Plate (classico prato havaiano): Agora que você já sabe o que é o que, veja um tradicional prato de comida havaiana, geralmente ele vem arroz, Kalua Pork, Lau Lau, Lomi Lomi Salmon e Poi, às vezes pode vir com salada de macarrão ou poke. Enfim, tem diversas combinações, dá para misturar e combinar da maneira que quiser.

Malasada: pães portugueses no Hawaii? Sim! A malasada é um pão doce, frito, e servido quente, muito parecido com os donuts que tanto vemos em filmes e séries de TV. Você pode deliciar tanto a versão clássica, só com o açúcar granulado por cima, como as recheadas com geléias, cremes doces, chocolates, macadâmias e haupia.

Haupia: mais uma sobremesa tradicional havaiana e que, mais uma vez, parece um pudim! Um dos ingredientes da Haupia é o leite de coco, e sua consistência parece a de uma gelatina e costuma ser cortada em blocos quadrados antes de ser servida. Tradicionalmente, é oferecida em luais e restaurantes locais, mas a combinação de ingredientes também influenciou outras sobremesas, como tortas e bolos, que você pode deliciar por lá. O doce pode ainda ser comprado em  supermercados e lojas locais. Algumas marcas que você encontra nos supermercados: NOH Foods e Hawaii´s Best Hawaiian Haupia.

Mochi: bolinho doce feito com arroz em pasta, que pode ser colorido ou recheado, veio do Japão e pode contar com uma série de sabores. No Hawaii você também encontra Butter Mochi, que é tipo uma versão havaiana do brownie, os dois principais ingredientes são farinha de mochiko (de arroz doce) e leite de coco. Você encontra ambos em supermercados locais, Farmers Market e lojas de conveniência.

Manapua: mais um pãozinho diferente para quem ama esse alimento! O manapua é a versão havaiana do char siu bao de origem chinesa, é grande e macio e pode ser feito no vapor ou assado. A versão clássica é recheada com carne de porco. Você encontra mais em padarias chinesas e lojas de conveniência tipo 7-Eleven.

Māmaki (chá de ervas havaiano): um tipo de erva medicinal, a mamaki não tem cafeína, é refrescante e muito rica em antioxidantes. Tempos atrás, era vista como uma planta milagrosa, uma vez que os ancestrais havaianos acreditavam que ela curava muitas questões de saúde, como pressão alta a problemas de digestão. Muitos cafés e restaurantes oferecem bebidas a base de mamaki, e você pode encontrar também a planta seca a venda no Whole Foods Market e outros supermercados locais.

Opihi: é um pequeno marisco típico do Hawaii que você pode comer cozido ou cru. É considerado uma verdadeira iguaria, e existem três versões no estado: Opihi Alinalina, Opihi Makaiauli e Opihi Ko’Ele.

Huli Huli Chicken: vai um churrasco aí? Este prato, um churrasco no estilo havaiano de frango, coloca o frango em uma churrasqueira junto com um molho doce. A palavra “huli” significa “virar” em havaiano, e dá nome ao prato porque a carne é virada o tempo inteiro na churrasqueira até ficar completamente cozida. O molho utilizado é comumente feito com suco de abacaxi, molho de soja, mel e açúcar mascavo. Quer essa delícia? Procure por luaus ou restaurantes locais.

Saimin: para os dias mais gelados, vale a pena experimentar essa sopa de macarrão, inspirada nos lámens japoneses. Feito com macarrão de trigo e um caldo a base de dashi, conta com outros ingredientes que vão desde Kamaboko (o famoso bolo de peixe), até Spam, broto de feijão, ovos, cebolas verdes, camarão e cogumelos. Você pode encontrar saimin para comprar nos supermercados, ou comer em restaurantes locais como L&L.

Dole Whip: mais uma sobremesa deliciosa para entrar no seu radar. O Dole Whip é um doce congelado, feito sem laticínios, mas que parece um sorvete. Foi criado pela Dole Food Company, e o sabor mais conhecido e tradicional é o de abacaxi. Essa delícia pode ser encontrada em seu lugar de produção original, a Dole Plantation, famosa fazenda de plantação de abacaxis havaianos. Mas, não se preocupe, o doce também é oferecido em outros sabores além da fruta e em outros lugares também.

Hula Pie: essa torta foi desenvolvida pelo restaurante Kimo’s há muitos anos, mas é considerada uma sobremesa famosa de outro restaurante, o Duke’s. Gostosa e gigante é feita com sorvete de noz de macadâmia, massa de biscoitos de chocolate, calda de chocolate e nozes de macadâmias torradas, é surreal de gostosa.

Abacaxi: dentre todas as deliciosas frutas tropicais que você encontra no Hawaii, não poderíamos deixar de falar do abacaxi, um símbolo do estado. As ilhas já foram consideradas as maiores produtoras da fruta no mundo todo, mas, hoje, cuida apenas de uma fração dessa produção total. O fruto havaiano é famoso pelo sabor bem doce e de baixa acidez, muito rico em vitamina C.

Açaí Bowls: e você aí achando que açaí só existia no Brasil! De fato, a fruta vem daqui, mas também é bastante consumida no Hawaii. Se quiser um gostinho de casa durante a viagem, você pode experimentar o creme da fruta em um belo bowl com pitaya e outras frutas exóticas, além de granola e mel. Uma ótima pedida para recobrar as energias pós-caminhadas! Os sucos e shakes também são bem vindos.

Banana Bread: em inglês, o nome significa “pão de banana”, mas o Banana Bread está mais para um bolo do que qualquer outra coisa. É úmido e bem gostoso, e pode ser encontrado em uma série de lojas e restaurantes. Vale dizer que os mais famosos do Hawaii, se encontram em Maui, na Road to Hana. Ah, uma dica: vai muito bem com cafézinho!

Garlic Shrimp: camarão preparado com alho, ou empanados com coco, são bem tradicionais nas ilhas, principalmente em Oahu, tem muitos food trucks em Kahuku e em Haleiwa no North Shore, sem duvida o lugar mais tradicional para experimentar.

Hawaiian Pies (Tortas): as tortas são muito famosas no Hawaii! Seja de haupia, banana, limão, lilikoi ou POG, você vai achar uma variedade incrível por lá. Uma muito famosa é a Pono Pies de Maui, que faz tortas de fruta-pão, e usa muitos ingredientes tropicais locais para recheá-las. Nos mercados como o Mana Foods ou o Down on the Earth, você pode encontrar essas tortas para comprar.

Coco Puffs: são bolinhos deliciosos em uma pequena massa folhada, recheados com creme de chocolate e cobertos com glacê de Chantilly, com sabor amanteigado. Podemos associar ele a bomba de chocolate (éclair). 


Li Hing Mui: se o termo parece chinês, é porque é mesmo. Esse é o nome de uma ameixa que veio de lá e chegou no Hawaii junto com imigrantes chineses que trabalhariam em plantações de cana-de-açúcar, no século XIX. O mais comum, no entanto, não é comer a fruta inteira, mas consumi-la em pó em chás, limonadas e drinks, ou polvilhada sobre frutas e saladas. A fruta seca é triturada em conserva junto com alcaçuz, sal e corante vermelho e pode ser encontrada em vários lugares nas ilhas. Nas lojas de conveniência e mercados locais, como Foodland, Whole Foods Market, Costco e até na farmácia Long Drugs você encontra o pó, snacks e gominhas de Li Hing. Algumas marcas famosas são a Enjoy Hawaii, Grandpa Mui e Jade. Na Crack Seed Stores, em Oahu, você encontra vários tipos de produtos com Li Hing.

Puka Dog: um cachorro quente em forma de tubo, sem a abertura tradicional dos cachorros quentes que conhecemos, com pão de taro, vegetariano ou não, e contam com com uma seleção de molhos havaianos, com sabores como: Abacaxi, Coco e Limão. Essa é uma experiência única havaiana, uma reinvenção do clássico hot dog americano. Você encontra o Puka Dog no Kauai.

POG (Passion Fruit-Orange-Guava) Juice: a sigla POG faz referência ao nome, em inglês, das três frutas usada para fazer esse tipo de suco refrigerado: maracujá, laranja e goiaba. Foi inventado na ilha de Maui, mas hoje em dia é popular no mundo todo. Você encontra os sucos em todos os mercados, como Whole Foods Market, Costco, Long Drugs e Lojas ABC. As marcas mais conhecidas são a Hawaiian Sun, Aloha Maid e Meadow Gold. 

Ube: também conhecido como inhame roxo, o ube é tradicionalmente usado para fazer uma sobremesa filipina, chamada ube halaya, e esse ingrediente atualmente é muito popular no Hawaii, e vem virando febre nos últimos anos. Justamente por isso, lá você encontra tortas, panquecas, sorvetes, pães, entre outros. Tem até lojas especializadas em Ube, como a Uber Factory e a Ubae, onde você encontra vários tipos de doces.

Hurricane Popcorn: filme sem pipoca não funciona, certo? Então, que tal experimentar essa diferente versão havaiana? A Hurricaine Popcorn mistura o milho estourado à manteiga derretida, furikake (um condimento japonês feito com uma mistura de peixes e temperos) e kakimochi (ou mochi crunch, é um biscoito de arroz também japonês). Você mesmo pode fazer, misturando os ingredientes, ou pode comprar a pipoca de microondas da marca Hawaiian Hurricane Popcorn Mix. Você encontra para comprar nas lojas e supermercados locais do Hawaii. Na loja Carousel Candyland, no Kahala Mall em Oahu, você também encontra essa delícia.

Pizza:  Seja sincero, de 0 a 10 quando você vai para outro país, qual a sua vontade de provar a culinária local? A nossa vontade na maioria das vezes é 10, mas as vezes nós tentamos comer algo que já conhecemos, porém só com o sabor local, e no Hawaii não foi diferente. Como somos apaixonados por pizza, então decidimos unir o útil ao agradável, e provar pizzas no Hawaii em TODAS as ilhas. O formato das pizzas lá nem sempre eram redondas, e a massa na maioria das vezes era fina, e algumas vezes lembrava uma espécie de pão ou torrada, conhecidas como Flatbread. Além disso, as pizzas eram de tamanhos pequenos, nada daquelas pizzas gigante tamanho família que conhecemos. Ah, eu já ia esquecendo, o sabor de todas foi sensacional, e valeu a pena demais cada uma! Conselho: Peça as de cogumelo.

Sorvetes: Nos somos suspeitos, pois amamos sorvete. Acontece que para nós, os sorvetes foram verdadeiras experiencias durante a viagem, desde as texturas das massas, até os lugares diferenciados que serviam. Falando de sabores, nenhum deixou a desejar, foi sorvete preto, de Ube, com cookies, de frutas, na bandeja, na casquinha, enfim, todos foram muito bons, e com certeza se você vai ao Hawaii, não pode deixar de provar. Não podemos deixar de destacar o Makani´s Magic Pineapple Shack, de Big Island, que tem os sorvetes mais diferentes que já vimos. E falando das sorveterias, a maioria era personalizada, algumas ao estilo anos 70/80, com pranchas de surf, ou bem tropical, realmente uma experiencia do inicio ao fim.

Hamburguer: Se tem uma coisa que combinou com as cervejas, foram os hamburgueres que nós comemos lá! A carne era uma mistura de Smash, porém maior, e eles não economizam no queijo! Além disso sempre um pão fresco, e pães diferentes como de talo. Nós adoramos todos, porem os do Teddy´s, ganhou nosso coração.

DICAS GERAIS: 

  • Passeie de manhã: o Hawaii é um destino para se aproveitar durante o dia, ou seja, acorde cedo! O comércio e os restaurantes fecham cedo também, por isso, fique de olho para não perder a hora do jantar.

  • Assim como no continente, a estrutura das ilhas segue bem o estilo norte-americano, ou seja, é tudo bem organizado e preparado para o fluxo de turistas. Por isso, não se preocupe!

  • Leve um lanchinho com você a todo momento. Barrinhas de cereais e garrafas de água são sempre bem-vindos, já que algumas praias e ambientes de visitação não costumam ter uma estrutura de bares ou quiosques. Não deixe de fazer o seu cadastro nos mercados locais para conseguir descontos nesses produtos de consumo rápido! 

  • Fumar e consumir bebidas alcóolicas nas praias e parques nacionais do Hawaii é proibido (e considerado ilegal).

  • Para economizar e não perder tempo, aproveite os food trucks que ficam espalhados pelas ilhas para um almoço ou jantar práticos.

  • Todas as praias havaianas, inclusive as dos hotéis, são públicas. A única que foge à essa regra é a praia de Hanauma Bay. Se você vai passar o dia à beira-mar, não esqueça de levar toalhas ou cangas, porque as praias não são como as do Brasil: elas não têm estruturas de cadeiras ou guarda-sóis. Ao contrário, porém, muitas delas têm banheiros públicos e estacionamentos.
  • O melhor site sobre o clima no Hawaii é o Hawaii Weather Today. Esse site é muito bom, porque você consegue ver o clima por região, o que é ótimo já que as ilhas têm muitos climas diferentes.

  • Se você planeja visitar lugares remotos das ilhas, garanta que o tanque de gasolina do seu carro está cheio e que as baterias dos celulares estão carregadas. Muitos desses ambientes podem não conter postos de gasolina, caso você precise.

  • Para otimizar as suas viagens no Hawaii, use o Google Maps e o Waze – e faça o download dos mapas no modo offline! Essa dica é essencial, principalmente se você quiser explorar locais mais distantes. Para fazer isso, é só baixar o Google Maps no seu celular, clicar no canto superior esquerdo (nas três linhas), clicar em “Mapas Off-Line”, depois em “Mapa Personalizado”, e selecionar a área que deseja salvar e Pronto! Agora, você pode traçar rotas mesmo sem internet no telefone. Lembrando de só fazer isso poucos dias antes da sua viagem, pois os mapas expiram.

  • Por conta da proximidade com o Japão, você vai encontrar muitos japoneses por lá, ainda mais nas regiões de Waikiki, em Oahu.

  • Fique de olho aos horários de funcionamento dos estacionamentos de parques, praias ou de locais públicos. Normalmente, os portões são fechados depois do pôr do sol, e você corre o risco de ficar sem carro até o dia seguinte.

  • Recomendo sempre fechar todos os seguros de carro, para evitar possíveis dores de cabeca.
  • Vai fazer uma trilha? Não deixe de baixar o aplicativo All Trails e fazer o download do mapa da trilha em questão. Isso vai ajudar você tanto a se manter no caminho certo, quanto evitar problemas com o sinal de internet. Não esqueça de levar protetor solar, óculos de sol, chapéu, garrafa de água e um lanchinho, caso tenha fome.
  • Não esqueça sempre de se programar antes de fazer mergulho, pois precisa ter um espaço de 24 horas entre pegar o vôo/ subir em um vulcão e mergulhar com cilindro.
  • Gosta de surfar? Então, vá com calma ao explorar praias mais afastadas. Como o localismo no surfe é muito forte no Hawaii, os moradores locais podem não ficar felizes com essa “invasão”.

  • Conheça os centrinhos comerciais locais! Eles existem em cada um dos condados havaianos e possuem lojas, restaurantes e mercados que valem a pena conhecer.

  • Programe-se para ver o pôr do sol! Que seja uma única vez durante a viagem, mas, acredite, você não vai querer perder a oportunidade de ver um.

  • Você é do time do snorkel? Leve a sua própria máscara e pés de pato, já que sai caro alugar esses equipamentos por lá.

  • Atenção redobrada ao estacionar o seu carro em lugares menos movimentados, já que roubos e invasões são comuns. Não deixe objetos de valor visíveis dentro do veículo e deixe malas e mochilas no porta-malas, caso não queria andar com esses itens na mão, sempre procure por vidros quebrados no chão, isso é um sinal claro. 

  • No Hawaii também faz frio, principalmente nas áreas mais altas, como Mauna Kea e Haleakala, em algumas épocas do ano. Por isso, lembre-se de levar roupas de inverno, inclusive luvas e gorros, se pretende visitar esses lugares.

  • O famoso “hang loose”, também chamado de Shaka, é um símbolo comum usado no dia a dia havaiano. Muitos moradores locais se utilizam dele para agradecer ou cumprimentar uns aos outros.

  • Para se manter conectado, compre um chip de celular de alguma operadora norte-americana, e priorize àquelas ligadas à Verizon ou T-Mobile. Evite a AT&T que falha em algumas áreas. Compramos o easy4sim e funcionou perfeitamente.

  • Esqueceu alguma coisa ou quer comprar algo rápido para comer? Recorra sempre às lojas de conveniência ABC, que estão em todos os lugares e têm de tudo um pouco, de alimentos a itens de farmácia. 

  • Pretende subir montanhas e vulcões, como Mauna Kea? Lembre de alugar antecedência o carro adequado. Muitos desses locais só são acessíveis com um 4×4.

  • Enquanto no Brasil a gorjeta é opcional, nos Estados Unidos ela é praticamente obrigatória e não vale só para garçons. Seja o taxista ou o funcionário do hotel que descarregou as suas malas. A prática, por lá, é dar em torno de 15 a 25% do valor total do serviço, no caso de restaurantes. Para táxis, o valor é o mesmo. Já para serviços hoteleiros (como carregadores), vale desembolsar de 1 a 2 dólares por mala carregada. Vale dizer que o Hawaii foi o lugar que menos sentimos obrigação de dar gorjeta, o povo lá é muito solicito.
  • Se estiver em Maui e tiver tempo disponível, vale a pena reservar um passeio de balsa até Molokai e/ou Lanai, nem que seja apenas para passar o dia.

NOSSA PLAYLIST DO HAWAII:

Precisamos dizer que ficamos viciados nos rádios do Hawaii, em cada ilha que íamos achávamos uma estação com muitas músicas legais, e aproveitamos e colocávamos no Shazam para descobrir os nomes, lá toca muito reggae, coisa que não imaginávamos.

Com isso fizemos nossa playlist do Hawaii, o que escutamos durante nossos 16 dias, e ficamos literalmente viciados, da um play para entrar no clima.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

 Agora que você já leu tudo, eu quero que seja MUITO sincero, deu, ou não deu ainda mais aquela vontade de conhecer e sentir a vibe desse lugar incrível?

Pois é, como vocês puderam ver, o hawaii é muito mais que surf e dançar hula, la tem MUITA coisa, que infelizmente nos nossos 16 dias não foram possíveis conhecer. Mas sabe qual foi a primeira coisa que falamos um para o outro quando voltamos: Quando iremos morar la!?!? Acho que uns 3 meses conseguiríamos ver tudo o que realmente planejamos.

Realmente la é o paraíso, mas como em todo lugar, fique sempre atento com algumas coisas (se você não viu no texto, recomendamos voltar e ler de novo, para não passar um “perrengue chique” lá). Além disso, a diversidade de comidas, de culturas que você vai ter é gigantesca, com certeza irá te impressionar muito.

Enfim, terminamos esse texto com um aperto no peito de saudades, e vontade de voltar nesse lugar que nos acolheu muito bem, nos ensinou muita coisa nova, além de mostrar lugares de tirar o folêgo. Esperamos de verdade que você que leu esse texto, e pensa em um dia visitar o Hawaii, que você consiga!

Mahalo galera!

Se quiser saber mais sobre o Hawaii, não deixe de dar uma olhada nos nossos outros posts:

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